Sim, de fato você vai ter que servir a algum corpo.
Bem, pode ser o diabo ou pode ser o Senhor, mas você vai ter que servir alguém.( Bob Dylan)
Será que você também sabe que sua escolha afeta seus filhos, e filhos de seus filhos, para o bem ou para o mal também?
Será que você sabe que Servir ao Senhor tem um preço?
(Lc 14:26-30) "Se alguém vem a mim e não odeia
seu pai e sua mãe, sua esposa e filhos, seus irmãos e irmãs - sim, até
mesmo a sua própria vida - ele não pode ser meu discípulo (27. ) ninguém
E quem não carrega sua cruz e me segue, não pode ser meu discípulo.
(28) "Qual de vocês quer construir uma torre. Será que não se senta
primeiro e estimar o custo para ver se ele tem dinheiro suficiente para
completá-la? (29) Pois, se lançar o alicerce e não a podendo acabar,
todos os que a virem rirão dele, (30) dizendo: 'Este homem começou a
edificar e não pôde acabar.'
Juan
Carlos Ortiz faz uma bela explicação, paráfrase e contextualização
dessa parábola da pérola de grande valor. Permitam-me contá-la com
minhas palavras. É mais ou menos assim:
Certo
homem passava todos os dias em frente a uma joalheria. Seus olhos
sempre miravam uma pérola de grande valor que estava exposta na vitrine.
Cada dia que passava aumentava o desejo de possuir aquela pérola. Mas
esse homem tinha certeza que nunca poderia comprá-la, porque ele pensava
que custava muito caro.
Certo dia, esse homem tomou coragem e entrou nessa joalheria e perguntou ao joelheiro:
“Quanto custa essa pérola?”
“Bem”, diz o joalheiro, “ela é muito cara.”
“Mas quanto é?” perguntou o homem.
“É uma soma bem considerável.”
“O senhor acha que eu poderia comprá-la?”
“Ah, naturalmente. Qualquer pessoa pode.”
“Mas o senhor disse que era muito cara?”
“Disse.”
“Quanto é, então?”
“Tudo que você possui”, respondeu o vendedor.
O homem pensou um pouco e disse: “Está bem; eu compro.”
“Então vamos ver o que você possui. Vamos anotar tudo aqui.”
“Bem, tenho dez mil dólares no banco.”
“Dez mil dólares. Ótimo. E o que mais?”
“Só isto. É tudo o que possuo.”
“Nada mais?”
“Bem, tenho alguns trocados no bolso.”
“Quanto?”
“Bem, aqui está, trinta, quarenta, sessenta, oitenta, cem, cento e vinte dólares.”
“Ótimo. O que mais você tem?”
“Nada mais. Isto é tudo.”
“Onde você mora?” Indaga ele querendo sondar.
“Em minha casa. É, eu tenho uma casa.”
“Então, dê a casa também”, e acrescentou a casa na lista.
“Está querendo dizer que tenho que morar em minha tenda de camping?”
“Possui uma tenda também? Ela também entra no negócio. O que mais?”
“Terei que dormir no carro.”
“Ah, possui um carro.”
“É, na verdade tenho dois.”
“Todos os dois passam a ser meus. O que mais?”
“Bem, o senhor já está com meu dinheiro, minha casa, minha tenda, meus carros. O que mais quer?
“Você é só no mundo?”
“Não; tenho esposa e dois filhos...”
“Então a esposa e os filhos são meus também. O que mais?”
“Não resta mais nada. Estou sozinho agora.”
“Ah, quase me esquecia. Você também. Tudo agora é meu – sua esposa, filhos, dinheiro, carros e você também.”
E
depois o joalheiro continua: “Agora escute: Deixarei que você fique com
estas coisas por enquanto. Mas não se esqueça que elas são minhas assim
com você também. E quando eu precisar de qualquer uma delas, você terá
que entregá-las, pois eu sou o proprietário.